Crítica do Filme – Sintonia de Amor | Amor às cegas

A comédia romântica Sintonia de Amor, dirigida por Nora Ephron, foi lançada em 1993 e inspirada no longa Tarde Demais Para Esquecer (An Affair to Remember).
Conta a história de Sam Baldwin (Sam Baldwin), que após a morte de sua esposa, muda-se para Seattle com seu filho Noah (Ross Malinger). Noah vendo a tristeza do pai, depois de um ano e meio sem a mãe, liga para um programa de rádio com o objetivo de encontrar uma namorada para seu pai. Ao ouvir o programa de rádio, Annie Reed (Meg Ryan) apaixona-se pela voz de Sam. Annie é noiva e mora em outra cidade, o que não a impede de viajar até Seattle para ver quem é o dono da linda voz pela qual o coração dela bateu mais forte.

O filme teve tudo para ser um bom romance, mas foi incoerente com a realidade em vários aspectos. Como na cena em que Annie conta ao noivo que apaixonou-se pela voz de outro cara e vai encontrá-lo e o noivo por sua vez, aceita tranquilamente o fato. Entretanto, é um filme leve, sem dramatizações.
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